Agoora vamos abrir espaço aqui pra falar sobre a auto-mutilação. Se você tem esse problema ou conhece alguém que tem vai encontrar aqui algumas informações sobre o assunto.
Como começa?
Mas quais são as raízes desse problema? Segundo a psicóloga Jan Sells, da Universidade de Berkeley (EUA), a auto-mutilação é uma tentativa de aplacar uma ansiedade fora do normal. O desespero é tão grande que a pessoa precisa de uma atitude drástica para dar fim nele.
Foi um pouco o que aconteceu com Ana Carolina. Ela foi apresentada à prática do cutting por um colega. "Como eu, ele tinha problemas de depressão e disse que aquilo ajudava. Quis experimentar", explica.
Depois que ela perdeu um grande amigo em acidente de carro, os cortes se tornaram constantes. Estudos mostram que a maioria das pessoas que se cortam não conseguem parar.
Hoje com 24 anos, a mineira Daniela é borderline e começou a se cortar há 6 anos. Quando não se mutilava, adotava outros comportamentos destrutivos como ginástica compulsiva e já apresentou quadros de anorexia. "O pior é que muitos te olham como louca e não sabe que estamos passando por um profundo sofrimento psicológico."
Como curar
O melhor remédio é a compreensão. Todas as garotas que entrevistamos para essa matéria afirmam que o que mais ajudou a parar de se cortar foi conhecer exemplos de pessoas com o mesmo problema. "Quando você vê uma pessoa lutando, os estímulos para enfrentar esse problema são muito maiores", explica Daniela.
"Muitas vezes eu controlei a minha vontade de me cortar por que alguma amiga me disse: força, vamos superar isso", diz Natália.
Para Tatiana, falar sobre as terapias na comunidade faz "cair a ficha" para muitos participantes de que buscar ajuda é importante.
O tratamento e o apoio têm feito várias dessas meninas abandonarem os cortes. Tatiana já não se corta há 9 meses. No caso de Marcella, o corpo fala. "Antes, só tinha feridas abertas. A medida que os cortes viram cicatrizes, é sinal de que estou superando meus problemas."
* Todos os nomes foram alterados para proteger a identidade das garotas.
Mas quais são as raízes desse problema? Segundo a psicóloga Jan Sells, da Universidade de Berkeley (EUA), a auto-mutilação é uma tentativa de aplacar uma ansiedade fora do normal. O desespero é tão grande que a pessoa precisa de uma atitude drástica para dar fim nele.
Foi um pouco o que aconteceu com Ana Carolina. Ela foi apresentada à prática do cutting por um colega. "Como eu, ele tinha problemas de depressão e disse que aquilo ajudava. Quis experimentar", explica.
Depois que ela perdeu um grande amigo em acidente de carro, os cortes se tornaram constantes. Estudos mostram que a maioria das pessoas que se cortam não conseguem parar.
Hoje com 24 anos, a mineira Daniela é borderline e começou a se cortar há 6 anos. Quando não se mutilava, adotava outros comportamentos destrutivos como ginástica compulsiva e já apresentou quadros de anorexia. "O pior é que muitos te olham como louca e não sabe que estamos passando por um profundo sofrimento psicológico."
Como curar
O melhor remédio é a compreensão. Todas as garotas que entrevistamos para essa matéria afirmam que o que mais ajudou a parar de se cortar foi conhecer exemplos de pessoas com o mesmo problema. "Quando você vê uma pessoa lutando, os estímulos para enfrentar esse problema são muito maiores", explica Daniela.
"Muitas vezes eu controlei a minha vontade de me cortar por que alguma amiga me disse: força, vamos superar isso", diz Natália.
Para Tatiana, falar sobre as terapias na comunidade faz "cair a ficha" para muitos participantes de que buscar ajuda é importante.
O tratamento e o apoio têm feito várias dessas meninas abandonarem os cortes. Tatiana já não se corta há 9 meses. No caso de Marcella, o corpo fala. "Antes, só tinha feridas abertas. A medida que os cortes viram cicatrizes, é sinal de que estou superando meus problemas."
* Todos os nomes foram alterados para proteger a identidade das garotas.

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